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descriptionSaints Row: The Third

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Como definir um jogo que é uma bagunça? Uma zona. Uma putaria. Um jogo sobre dar autógrafos durante um assalto a banco, sobre pular de paraquedas explodindo carros no meio do caminho – e depois ficar ouvindo uma rádio muito especial. Uma paródia incrivelmente autêntica dos clichês da televisão, do noticiário, dos filmes e dos games em meio a um mar de missões para saciar nosso Transtorno Obssessivo-Compulsivo. Como? Não sei.

É muito fácil não dar o devido valor ao novo jogo da Volition, principalmente se você só acompanhou de longe a história da série. À primeira vista, fica parecendo, sim, que vai ter um Tommy Vercetti aparecendo ali na esquina. Gangues, tiroteios, roubo de carros e mundo aberto? “É tipo um GTA, patrão”, diria o vendedor de artigos de procedência duvidosa no centro da cidade.

Mas enquanto os jogos da Rockstar estão mais para Scarface com duas xícaras de Pulp Fiction, Saints Row está mais para um sanduíche de Austin Powers com Snatch, Olimpíadas do Faustão e um pouco de Sexta Sexy. Sim, você vai atirar em várias pessoas. Mas também vai bater nelas com uma espada-pênis de borracha roxa.

Vidaloka


O drama é o seguinte: a gangue Third Streets Saints passou os dois últimos jogos crescendo. De um bando de meliantes comuns, passaram a líderes de um império multimilionário com bebidas, camisetas, e uma agência de Relações Públicas própria. Quando alguém precisa contratar uma agência de Relações Públicas, você sabe que a coisa ficou séria.

Mas como a velocidade do sucesso de uns é a força da inveja de outros (ou era o contrário?), um conglomerado de gangues resolve entrar na jogada. E se os Saints estão pagando a polícia, descobrem que existe gente pagando mais. É O Sindicato, que chega para acabar com os fundos dos nossos “heróis” e deixá-los acuados. É então que você precisa recomeçar do zero na bela (e grande, gigante mesmo) cidade de Steelport.

Essa jornada para retomar o sucesso acontece na forma de vários trabalhos que, para dizer a verdade, variam demais entre o completamente banal e o épico dourado e radiante. Meio como em Assassin’s Creed: Brotherhood, o grande mapa metropolitano oferece vários trabalhos que, quando concluídos, aumentam sua porcentagem de controle sobre aquela área e, consequentemente, resultam numa “mesada” maior na sua conta bancária periodicamente.


Um dia comum em Steelport

Também como na história da gangue medieval de Ezio Auditore, há edifícios a serem comprados. Eles também ajudam a aumentar a influência e o “salário”, e caso você tenha adquirido uma loja (de armas, carros, roupas, tatuagem ou cirurgia plástica), ganha 10% de desconto nas compras feitas ali. Justo.

As missões, missões mesmo – aqui chamadas mais singelamente de “Atividades” -, ficam espalhadas pelo mapa de Steelport e são divididas em diversos estilos. Em uma delas você precisa se jogar na frente de carros e no meio de explosões para fraudar o seguro de vida. Em outra, o importante é causar o máximo de destruição com um blindado. Ou proteger entregas a bordo de um helicóptero, disparando mísseis em quem chegar perto. E não vou esquecer daquela em que você é um motoqueiro pegando fogo e precisa atropelar o maior número possível de pessoas.

As Atividades em The Third têm muita variedade e se repetem muito pouco, pelo menos entre as que estão disponíveis livres no mapa. Porque você vai repeti-las, e muito, quando estiver tentando curtir a história. O que quase tira a beleza de ter que meter o pé no acelerador e dar cavalos-de-pau para amansar um tigre que está sentado no banco do passageiro. A pedido de um luchador. Porque você precisa “vencer os seus medos”.

O ridículo que vira genial


A repetição incomoda, mas não é sem graça. Sem graça são várias sequências de tiroteio do jogo. Justamente num jogo sobre brigas de gangues? Estranho.

Não é que essas partes sejam necessariamente ruins. Mas são fracas. Há várias armas para escolher, de pistolas a maletas-computadorizadas-que-chamam-mísseis-do-espaço (e todas elas podem ser melhoradas nas lojas do jogo), mas o padrão dos inimigos é sempre mais ou menos o mesmo do começo ao fim. Qualquer pessoa versada na arte dos headshots não deve ter nenhuma dificuldade, apenas muita paciência.

O que torna essas sequências mais interessantes, pelo menos nas ruas, é que você pode convidar os seus “Manos” para entrar na briga com carros, armas, helicópteros, blindados – o que quer que você tenha dinheiro para comprar a partir do celular. Não é um sistema tão bem implementado quanto o de recrutas em AC: Brotherhood, mas reforça bem a ideia de ser o dono do mundo.

E todos os melhores aspectos do terceiro Saints Row se baseiam nisso. Se em GTA a destruição é controlada, aqui você pode fazer o que quiser e ganhar pontos (“Respeito”) por isso. Dirigir na contramão tirando finas dos carros? Respeito. Atropelar uma fileira de transeuntes incautos com uma quase-Lamborghini? À vontade? E se a polícia aparecer, você resolve com um lança-mísseis. O mesmo vale para as gangues rivais, que perseguem com mais afinco do que o não-tão-longo braço da lei.

Ao mesmo tempo, você é o chefão do crime que precisa fugir, pelado e chapado, de uma… “sauna” sadomasoquista, com tudo girando e gente atirando em você. E na volta para casa, participar de uma saudável corrida entre charretes pilotadas por homens musculosos “vestidos” com tiras de couro, amordaçados e equipados com selas de cavalo. A cena é ridícula e completamente genial.

Tão genial quanto jogar você em um mundo virtual onde, primeiro, seu avatar é uma privada. Depois, uma boneca inflável. Daí, uma boneca inflável com um braço-canhão do Mega Man – com tiros carregados, inclusive. E o último chefe dessa fase é praticamente uma invocação de Final Fantasy.
Do nada ao estrelato (e de volta ao nada)

Mas o momento em que eu ri – e ri alto – foi durante a luta contra Killbane, o líder dos luchadores. Enquanto seu parceiro está lá no ringue, enfrentando o chefão, você depende da pancadaria para manter os capangas afastados. Depois de algum tempo, o vilão joga seu amigo no chão e uma horda de cupinchas começa a chutá-lo, indefeso. É quando os narradores relembram os espectadores de que o “Açougueiro de Stillwater” (você) ainda está no páreo. E que está equipado com uma motosserra. E aí você começa a picar luchadores em pedaços.

Cenas assim acontecem o tempo todo, e são elas que, entre uma missão de história meio repetitiva e outra, motivam a gastar umas boas nove ou dez horas em Saints Row- isso se você quiser completar a campanha sem tentar completar o domínio das cidades, as missões de assassinato e roubo de carro ou procurar todos os carregamentos de bonecas infláveis espalhados por Steelport. É conteúdo demais, sem contar as missões de sobrevivência do Whored Mode e o tempo que você pode gastar personalizando e vestindo o seu chefe da máfia.

The Third pode ficar apagado em meio a tantos lançamentos colossais deste terrível (no bom sentido) finzinho de 2011. Mas é isso que os Saints fazem, não é? Vão do nada ao estrelato em algumas horas, depois voltam. Pelo menos as armas para isso eles têm, eu garanto.
Fonte

descriptionRe: Saints Row: The Third

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e ai? vale a compra ou nao?

o povo diz que o jogo é bonzinho.. outros que é uma merda...

+ pelo seu topico é bem legal

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nao sou muito fã de gta, nem passo perto desses "clones"

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O 2 foi bom d+... mas divertido q GTA4.... esse jogo é compra certa para mim!

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descriptionRe: Saints Row: The Third

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Alohawell escreveu:
e ai? vale a compra ou nao?

o povo diz que o jogo é bonzinho.. outros que é uma merda...

+ pelo seu topico é bem legal


bom, é um jogo para sentar, relaxar e jogar, sem ter que ficar quebrando a cabeça com nada. se voce gosta do estilo gta, vai gostar do gameplay dele, é um jogo divertido, só isso, sem pretensões

eu vou comprar quando abaixar o preço, 60 bucks é caro ainda

descriptionRe: Saints Row: The Third

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po te falar que eu n sabia que saints row era tão pirado assim...
sempre imaaginei que fosse um GTA de outra empresa...
irei dar uma chance pra ele, em algum momento, num futuro, bem, longincuo XD

descriptionRe: Saints Row: The Third

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