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10 situações que só viveu quem jogou videogame nos anos 1990

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Sonymaster

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Amador
Amador
Os anos 1990 foi o período de grandes acontecimentos inesquecíveis para os fãs de videogame. O período começou com uma das maiores disputas já vistas entre empresas concorrentes, caso de Sega e Nintendo, viu os primórdios dos gráficos 3D e o nascimento de diversas franquias e marcas relacionadas ao segmento, como o PlayStation.

Por outro lado, quem viveu nessa era de ouro dos games passou por situações que, hoje, parecem insólitas. Já imaginou ter que recomeçar um game do zero após morrer? Ou então ter que comprar um acessório extra para salvar seu progresso e torcer para ele não estragar? Veja abaixo dez situações comuns - e nem sempre nostálgicas - para quem era gamer há duas décadas.

1 - Vidas limitadas.



Houve um tempo quando força psicológica era tão importante para terminar um jogo quanto sua habilidade com o controle. Boa parte da culpa por isso era do sistema de vidas. Comuns em jogos de ação, eles poderiam significar o retorno ao início do game caso o jogador falhasse mais vezes do que o permitido. Soma-se isso ao fato de que nem todos os games da época permitiam gravar seu progresso e o resultado é óbvio: frustração.

2 - Continue!?



Ainda sobre a questão das tentativas limitadas, um aliado dos jogadores em diversos games era o sistema de continue - em alguns casos, telas de "continue" se tornaram clássicas, como em "Street Fighter II". Conseguir um item que dava mais "continues" era quase que uma prioridade em determinados jogos, especialmente aqueles conhecidos pela alta dificuldade, como "Contra" e "Battletoads". Essas tentativas a mais, porém, costumavam ser limitadas e, uma vez esgotadas, a vontade era de atirar o controle na parede. Mas havia uma razão pela qual não era tão fácil fazer isso...

3 - Fios, fios e mais fios.



A razão para tal é que, originalmente, nenhum console vendido na década contava com controles sem fio. Logo, atirar o controle longe significava arremessar o videogame junto, o que só aumentaria o prejuízo. A presença desses fios ligando os joysticks ao console também gerava uma clássica situação: era bem comum alguém atravessar o espaço entre o videogame e o jogador e levar embora com os pés o console, os joysticks, os jogadores, a TV...

4 - Não bastava ligar na tomada.



Até a metade da década de 1990, televisores com entradas RCA - video composto ou componente - não eram exatamente comuns no Brasil. Sendo assim, restava utilizar o famoso RF Box, aquela caixinha ficava no meio do caminho entre o videogame e a TV e era responsável por alternar o sinal entre o proveniente do videogame e o da antena. O problema é que tanto as conexões quanto a caixinha em si costumavam dar os mais variados defeitos e foram responsáveis por muitos gamers desenvolverem seus dotes de técnicos em eletrônica.

5 - O auge da gambiarra.



Além de terem que aprender a consertar partes do seu próprio videogame, nos anos 1990 os jogadores também precisavam ser criativos para resolver alguns problemas. A dúvida é: quem foi o primeiro a tentar colocar o PlayStation de cabeça para baixo e dar uma sobrevida ao sensível canhão de laser responsável pela leitura dos CDs, desmontar um controle para colocar um papel dobrado e fazer aquele direcional defeituoso voltar a funcionar ou, ainda, assoprar uma fita?

6 - Comprar jogos, para quê!?



Com games custando quase que um salário mínimo, comprar jogos em meados dos anos 1990 era possível para poucos. É aí que entrava o "checkpoint" da maioria dos gamers dessa época antes de um final de semana ou feriado: as locadoras. Boa parte dos bairros das grandes cidades tinha ao menos uma e uma das melhores coisas que você poderia fazer na época era ficar amigo do dono. A razão para isso era saber com antecedência quando algum game novo chegava ou ser informado quando aquele jogo disputado acabava de ser devolvido.

7 - Desbravando botecos.



Nem sempre era possível ir jogar "fliper", expressão comum para as máquinas arcade na época, em um shopping ou casas dedicadas a esse fim. A solução? Reunir os amigos e ir a algum bar da região. Era comum a presença de algum arcade em estabelecimentos do tipo - versões de "Street Fighter II" eram figurinhas carimbadas, inclusive os "Street de Rodoviária". O problema era que, muitas vezes, esses ambientes não eram, exatamente, saudáveis. Mas havia outra opção para jogar com a galera...

8 - Multiplayer no sofá.



Se hoje é possível jogar com (ou contra) jogadores de todo o mundo, enfrentar adversários nos anos 1990 acontecia, na maioria das vezes, ao se dividir o sofá com amigos e parentes. Tela dividida era sinônimo de multiplayer e era algo mais seguro do que "tirar um contra" em algum boteco suspeito. Por outro lado, o formato era um prato cheio para confusões entre gamers mais esquentadinhos: games como "Mario Kart" eram ótimos semeadores de discórdia.

9 - Visitas mensais às bancas.



Hoje é possível acessar um site, como o UOL Jogos e ter informações sobre games a qualquer hora. Quem quisesse se informar nos anos 1990, porém, precisava recorrer às revistas. Haviam diversas publicações do tipo no Brasil, como Ação Games, Super Game Power e Gamers, que traziam as principais novidades dos games e também eram um espaço para interação entre jogadores - por meio de cartas e, posteriormente, e-mails - e também para comércio de jogos e consoles usados.

10 - Passwords: entre trapaças e salvação.



Essas revistas também tinham, normalmente, uma área para códigos de trapaças. Era bastante comum utilizar comandos (alguém lembra do Konami Code?) ou ainda passwords para obter vantagens, superar uma fase difícil ou simplesmente deixar algum jogo bizarro - o juiz transformado em cachorro de "International Superstar Soccer" que o diga. Em alguns games, esses códigos tinham a função de salvar o progresso, como em "Mega Man", uma vez que salvamento no próprio cartucho era algo restrito a poucos games e acessórios como cartões de memória só chegaram com o PlayStation - e ainda assim, não eram lá muito confiáveis.

Fonte: Retrô Uol Jogos

yon

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Lenda Urbana
Lenda Urbana
Agora se o jogo é difícil é pq parece com Dark Souls Rindo

E parei pra pensar agora.. Será que um dia as pessoas vão falar com saudosismo da época dos YLOD e tal?

naldin

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Semi-amador
Semi-amador
yon escreveu:Agora se o jogo é difícil é pq parece com Dark Souls Rindo

E parei pra pensar agora.. Será que um dia as pessoas vão falar com saudosismo da época dos YLOD e tal?
Aquela época linda dos primeiros X360, será que isso será relembrado?

quem foi o primeiro a tentar colocar o PlayStation de cabeça para baixo e dar uma sobrevida ao sensível canhão de laser responsável pela leitura dos CDs
Eu sempre fiz essa pergunta.

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Sonymaster

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Amador
Amador
Lembro que tinha um caderno com varias e varias passwords anotadas que fazia copias com capa para repassar para os amigos no colegio :-)

Jail

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Moderador
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Loccadoras é a maior diferença pra mim. Alugava tudo. Comprar era difícil (já gastava muito com locação então ficava difícil pedir pra papai e mamãe dar mais dinheiro pra comprar).


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Sonymaster

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Amador
Amador
Jail escreveu:Locadoras é a maior diferença pra mim. Alugava tudo. Comprar era difícil (já gastava muito com locação então ficava difícil pedir pra papai e mamãe dar mais dinheiro pra comprar).

Até porque os jogos eram rápidos ou dependendo do jogo, depois ficava chato ter um jogo que foi caríssimo e parado em casa, na locadora dava para pegar vários jogos legais para jogar finais de semana, era legal demais.

Gordola da Station

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Medio-Retro
Medio-Retro
ótimo tópico!!

O que mais sinto falta é do multiplayer de sofá. Online as vezes é muito irritante.
O que menos sinto falta é das vidas limitadas. Era muito frustrante zerar menos de 50% dos jogos simplesmente pq o negócio era muito difícil e vc morria e não tinha como continuar do ponto em que tinha fracassado.

naldin

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Semi-amador
Semi-amador
Gordola da Station escreveu:ótimo tópico!!

O que mais sinto falta é do multiplayer de sofá. Online as vezes é muito irritante.
O que menos sinto falta é das vidas limitadas. Era muito frustrante zerar menos de 50% dos jogos simplesmente pq o negócio era muito difícil e vc morria e não tinha como continuar do ponto em que tinha fracassado.
Era aí que eu adorava os passwd, quando o jogo tinha era aquele alívio de não precisar começar de novo quando desligava o console.

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Sonymaster

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Amador
Amador
Gordola da Station escreveu:ótimo tópico!!

O que mais sinto falta é do multiplayer de sofá. Online as vezes é muito irritante.
O que menos sinto falta é das vidas limitadas. Era muito frustrante zerar menos de 50% dos jogos simplesmente pq o negócio era muito difícil e vc morria e não tinha como continuar do ponto em que tinha fracassado.

Fala não, por isso que adoro essa época em que se jogava com primos e primas e amigos nos finais de semana, tempo de chuva era perfeito quando se tinha dois consoles, um Master e um Mega, as meninas no Master e os garotos no Mega, era muito legal :-) tempos bons demais.

Andore

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Medio-Retro
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sinto falta dos duelos nos fliperamas, aquele clima tenso de treta, o cheiro de cigarro, fumando maconha de tabela, plateia atras de vc vendo o jogo e torcendo para vc perder e sair logo da maquina.

era foda

Gordola da Station

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Medio-Retro
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Sonymaster escreveu:
Gordola da Station escreveu:ótimo tópico!!

O que mais sinto falta é do multiplayer de sofá. Online as vezes é muito irritante.
O que menos sinto falta é das vidas limitadas. Era muito frustrante zerar menos de 50% dos jogos simplesmente pq o negócio era muito difícil e vc morria e não tinha como continuar do ponto em que tinha fracassado.

Fala não, por isso que adoro essa época em que se jogava com primos e primas e amigos nos finais de semana, tempo de chuva era perfeito quando se tinha dois consoles, um Master e um Mega, as meninas no Master e os garotos no Mega, era muito legal :-) tempos bons demais.

Então vc dava o console mais fraco para as meninas. Cuidado: hoje em dia isso é considerado machismo, sexismo, androgenismo, etc. etc.

naldin

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Semi-amador
Semi-amador
Andore escreveu:sinto falta dos duelos nos fliperamas, aquele clima tenso de treta, o cheiro de cigarro, fumando maconha de tabela, plateia atras de vc vendo o jogo e torcendo para vc perder e sair logo da maquina.

era foda
Sinto falta demais disso ai também. Pra quem viu a segunda temporada do Stranger Things, os garotos chegando no fliperama, eu queria estar ali no lugar deles.

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Alohawell Ltda

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osayune

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Medio-Retro
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Gordola da Station escreveu:ótimo tópico!!

O que mais sinto falta é do multiplayer de sofá. Online as vezes é muito irritante.
O que menos sinto falta é das vidas limitadas. Era muito frustrante zerar menos de 50% dos jogos simplesmente pq o negócio era muito difícil e vc morria e não tinha como continuar do ponto em que tinha fracassado.

pois é, galera toda reunida é muito mais divertido que online pra mim tbm.

Andore escreveu:sinto falta dos duelos nos fliperamas, aquele clima tenso de treta, o cheiro de cigarro, fumando maconha de tabela, plateia atras de vc vendo o jogo e torcendo para vc perder e sair logo da maquina.

era foda


verdade também, já no final dessa era e no auge do KOF 2002  o melhor lugar para jogar por aqui era la na favela. Um dia eu e meu amigo estávamos assistindo um pessoal mais velho jogar ( os caras normalmente jogavam melhor de 50 !),  quando um deles botou uma arma em cima da maquina e disse: quero ver me ganhar agora. Claro que foi só brincadeira, tudo na amizade.

Saudades

Sonymaster

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Amador
Amador
Gordola da Station escreveu:
Sonymaster escreveu:
Gordola da Station escreveu:ótimo tópico!!

O que mais sinto falta é do multiplayer de sofá. Online as vezes é muito irritante.
O que menos sinto falta é das vidas limitadas. Era muito frustrante zerar menos de 50% dos jogos simplesmente pq o negócio era muito difícil e vc morria e não tinha como continuar do ponto em que tinha fracassado.

Fala não, por isso que adoro essa época em que se jogava com primos e primas e amigos nos finais de semana, tempo de chuva era perfeito quando se tinha dois consoles, um Master e um Mega, as meninas no Master e os garotos no Mega, era muito legal :-) tempos bons demais.

Então vc dava o console mais fraco para as meninas. Cuidado: hoje em dia isso é considerado machismo, sexismo, androgenismo, etc. etc.

Calma calma, era porque elas gostavam do jogos da pistola e o fantasy zone entre outros jogos, até o da Monica por exemplo :-) Elas não curtiam o Street of rage ou revenge of shinobi que a gente pegava para jogar :-)

naldin escreveu:
Sinto falta demais disso ai também. Pra quem viu a segunda temporada do Stranger Things, os garotos chegando no fliperama, eu queria estar ali no lugar deles.

Queria eu encontrar uma Max naquela época, uma garota linda e ruiva no fliperama?? era um sonho, mas era raro de acontecer, conheci naquela época poucas garotas que gostavam de jogar, mas nunca de frequentar fliperamas :-)

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